No sideral véu
Um manto escuro e denso
Trilhões de sóis, um brilho intenso.
Galáxias em dança, espiral sem fim,
Nebulosas pintadas, um quadro sem igual, assim.
Poeira cósmica, berço de estrelas a nascer,
Cometas errantes, rastros a escrever.
Planetas distantes, mundos a explorar,
Segredos guardados, mistérios a desvendar.
No silêncio profundo, a expansão sem fim,
O Universo respira, um hino sem som, sem rim.
Quasares distantes, energia a jorrar,
Buracos negros, a tudo devorar.
A Via Láctea, nosso lar celestial,
Um ponto brilhante, nesse cenário colossal.
A Terra pequenina, um grão de areia a flutuar,
Nesse oceano cósmico, a nos inspirar.
Olhamos para o céu, com sonhos a pairar,
Na
imensidão do cosmos, a nos perguntar:
Qual o
nosso lugar, nessa dança estelar?
No sideral mistério, a verdade a procurar.
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