terça-feira, 19 de novembro de 2024

No sideral véu

 

No sideral véu

Um manto escuro e denso

Trilhões de sóis, um brilho intenso.

Galáxias em dança, espiral sem fim,

Nebulosas pintadas, um quadro sem igual, assim.

 

Poeira cósmica, berço de estrelas a nascer,

Cometas errantes, rastros a escrever.

Planetas distantes, mundos a explorar,

Segredos guardados, mistérios a desvendar.

No silêncio profundo, a expansão sem fim,

O Universo respira, um hino sem som, sem rim.

Quasares distantes, energia a jorrar,

Buracos negros, a tudo devorar.

 

A Via Láctea, nosso lar celestial,

Um ponto brilhante, nesse cenário colossal.

A Terra pequenina, um grão de areia a flutuar,

Nesse oceano cósmico, a nos inspirar.

Olhamos para o céu, com sonhos a pairar,

 Na imensidão do cosmos, a nos perguntar:

 Qual o nosso lugar, nessa dança estelar?

No sideral mistério, a verdade a procurar.

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