sexta-feira, 10 de janeiro de 2025
A IMAGEM NO MEU CELULAR
"Ler um verso, ler uma poesia, cantar, dança e alcançar êxtase da alegria!"
terça-feira, 7 de janeiro de 2025
SEU OLHAR DE PRENDA JEITOSA
Minha vaneira, canção de amor
Nos braços da guria, sinto o seu sabor
Dançando junto ao seu corpo
Com um jasmim cheio de flor
Seu olhar de prenda jeitosa
Canção que fala de amor
Dançando no mesmo compasso
Sou um peão sonhador
Quando lhe tenho em meus braços
Esse momento é bem diferente
Esqueço da dureza da vida
Não temos perigo que vem pela frente
Somos como um só
Entreverado nessa povadeira
Dançando firme no compasso
Só seguindo o som da nossa vaneira
Quando o baile chega ao fim
Na despedida de abraço com carinho
Seguimos o nosso destino
Juntos pelo mesmo caminho.
Nos braços da guria, sinto o seu sabor
Dançando junto ao seu corpo
Com um jasmim cheio de flor
Canção que fala de amor
Dançando no mesmo compasso
Sou um peão sonhador
Esse momento é bem diferente
Esqueço da dureza da vida
Não temos perigo que vem pela frente
Entreverado nessa povadeira
Dançando firme no compasso
Só seguindo o som da nossa vaneira
Na despedida de abraço com carinho
Seguimos o nosso destino
Juntos pelo mesmo caminho.
"Ler um verso, ler uma poesia, cantar, dança e alcançar êxtase da alegria!"
NO LIVRO DO NOSSO SER
Hoje é um novo dia
dia de alegria e celebração
os pássaros cantam
em perfeita afinação
nosso olhos se encantam
com o floresce de uma estação
dia de alegria e celebração
os pássaros cantam
em perfeita afinação
nosso olhos se encantam
com o floresce de uma estação
flores, sorrisos, amores
versos, sonhos, canção
sol, orvalho, beleza
são frutos de inspiração
no revoar de nossa mente
bate no fundo do coração
oh, com é belo o dia
encanta com seu amanhecer
seja a beleza em paisagem
que vejo no meu viver
contigo conto e historias
que se escrever
no livro do nosso ser.
"Ler um verso, ler uma poesia, cantar, dança e alcançar êxtase da alegria!"
CIDADÃO DE BEM
Oh, cidadão de bem, aonde você está
Estão destruindo nossas, famílias
Sai de seu comodismo e hora de se levanta
Reaja, sai do seu modo stanby
Porque nossa sociedade vai se aniquilar
Ouço todo dia mentiras e subjugação
Que dorme em berço esplêndido
É uma cambada de ladrão
Pessoas vivendo de migalhas
Saudando um rale da abacalhação
Se você é um trabalhador dessa nação
Tem sua mão calejadas da construção
Seu salário não paga o aluguel e alimentação
Não tem saúde de qualidade e lotação
E reflexo de um povo comprado pela ilusão
No mercado nem consigo entrar
Carne só para uma refeição
A famílias não consegue ter uma diversão
Mas pelas telas de led, só babação
Está tudo indo muito bem, que se dane o cidadão
Se o ônibus está cheio, não arrume confusão
Caiu a ponte, deu enchente, tem foto e publicação
Se sobrar alguma verba da divisão
Paga quintos para eles, essa e a proporção
Vão ficar satisfeito e votaram e nos na próxima eleição
Se o gás acabou, veja lá no cartão
Tem vale para tudo, nessa massa de enganação
Compra o que pode, tem novas contribuição
Quem trabalha carrega a carga
Quem não faz nada, ainda goza da nossa aflição
Cadê os homens de bens, que essa terra pariu
Será que não me avisaram, porque se sumiu
Quem consente se cala, aceita sem reclamar
Quando essa jangada estiver afundando
Não vai conseguir nadar
Está na hora de nos conscientizar
Mudar o que está acontecendo e parar de reclamar
Quem fecho os olhos para o desmando
Abra bem para a realidade enxergar
Pois você ajudo a produzir o monstro que está a te devorar.
Estão destruindo nossas, famílias
Sai de seu comodismo e hora de se levanta
Reaja, sai do seu modo stanby
Porque nossa sociedade vai se aniquilar
Ouço todo dia mentiras e subjugação
Que dorme em berço esplêndido
É uma cambada de ladrão
Pessoas vivendo de migalhas
Saudando um rale da abacalhação
Tem sua mão calejadas da construção
Seu salário não paga o aluguel e alimentação
Não tem saúde de qualidade e lotação
E reflexo de um povo comprado pela ilusão
Carne só para uma refeição
A famílias não consegue ter uma diversão
Mas pelas telas de led, só babação
Está tudo indo muito bem, que se dane o cidadão
Caiu a ponte, deu enchente, tem foto e publicação
Se sobrar alguma verba da divisão
Paga quintos para eles, essa e a proporção
Vão ficar satisfeito e votaram e nos na próxima eleição
Tem vale para tudo, nessa massa de enganação
Compra o que pode, tem novas contribuição
Quem trabalha carrega a carga
Quem não faz nada, ainda goza da nossa aflição
Será que não me avisaram, porque se sumiu
Quem consente se cala, aceita sem reclamar
Quando essa jangada estiver afundando
Não vai conseguir nadar
Mudar o que está acontecendo e parar de reclamar
Quem fecho os olhos para o desmando
Abra bem para a realidade enxergar
Pois você ajudo a produzir o monstro que está a te devorar.
"Ler um verso, ler uma poesia, cantar, dança e alcançar êxtase da alegria!"
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Sou alma de campo, De farrapos Que tombaram neste chão. Cavalgo na imensidão desse pago, Ouço o tinido de espada, No confronto das ...