Sou
campeiro, sou da lida
Gaúcho deste chão sagrado
Nas minhas andanças campeiras
Nossa tradição tenho cultivado
Refrão:
Ô vida de campeiro
Ô sina do meu coração
No campo encontro meu lar
Na lida, minha paixão
Quando o sol
desponta altivo
Pelas cumeeiras do galpão
Mais um dia se inicia
No meu amado rincão
O velho
Junqueira se apronta
O leite para a peonada tirar
Já apojo os terneiros
As vacas da mangueira podem soltar
Cavalos já
alimentados
Para jornada no campo ajuda
As vacas xucras fugiram
Tiveram que acerca derrubar
Talvez a
noite nos, alcance
Com a tropa espalhada
A vizinhança nos alerta
Há reses na beira da estrada
Seguimos
firmes nossa buscar
Até o rebanho reunir
Enquanto o bom Malaquias
As cercas e estroncas vai consertar
Não nos
cansa a dura lida
Por mais árdua que ela seja
Amamos o que fazemos
Não fugimos da peleja
Refrão:
Ô vida de campeiro
Ô sina do meu coração
No campo encontro meu lar
Na lida, minha paixão
Gaúcho deste chão sagrado
Nas minhas andanças campeiras
Nossa tradição tenho cultivado
Ô vida de campeiro
Ô sina do meu coração
No campo encontro meu lar
Na lida, minha paixão
Pelas cumeeiras do galpão
Mais um dia se inicia
No meu amado rincão
O leite para a peonada tirar
Já apojo os terneiros
As vacas da mangueira podem soltar
Para jornada no campo ajuda
As vacas xucras fugiram
Tiveram que acerca derrubar
Com a tropa espalhada
A vizinhança nos alerta
Há reses na beira da estrada
Até o rebanho reunir
Enquanto o bom Malaquias
As cercas e estroncas vai consertar
Por mais árdua que ela seja
Amamos o que fazemos
Não fugimos da peleja
Ô vida de campeiro
Ô sina do meu coração
No campo encontro meu lar
Na lida, minha paixão
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