Tantos versos eu compus
Vindo do coração
A alma que me aquece
Fruto da minha paixão
Sou simples, mais digno
Da pura comunhão
No silencio da melodia
Que vibra na imaginação
No silencio da melodia
Que embala meu coração
Sou somente da terra
Que germina da fecundação
Sou um menino
Dessa pura segregação
Meu nome ninguém conhece
Não aparece nas ilustração
É uma paisagem colorida
Cheia de vida
Com molduras de algodão
Carregadas de fantasias
No silencio da melodia
Que vibra na imaginação
No silencio da melodia
Que embala meu coração
Sou semente e terra
Sou parte da regeneração
Homem, menino
Dessa sagrada comunhão
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